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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Amar em Silêncio

Olhar perdido no infinito,
No coração, uma dor , um grito,
Na alma uma incerteza inflama,
Bate no peito um coração em chamas.

Chamas da paixão,
De uma triste ilusão,
Lágrimas quentes,
Gotejam a gente sente,

Que perde o rumo,
Balança não tem prumo,
Porque tem que ser assim?

Amar em silêncio,
Total devaneios, fascínios,
Idas e vindas, desencontros sem fim.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Minha Vida, Meu Desejo

Hoje a noite não tem luar,
Entre quatro paredes sem teus braços a me aquecer,
Sobra espaço na cama onde você não está,
Falta calor, falta amor, teu respirar.

Hoje a noite não tem estrelas,
Meus olhos procuram, mas não consigo vê-las,
Entre quatro paredes a escuridão é total,
Sem o brilho do teu olhar, perigo fatal.

Vou abraçar teu travesseiro,
Está ao meu lado, não me deixa, é meu companheiro,
Tem teu cheiro, um fio de cabelo,

Se não acordar, com ele vou estar,
Se acordar, sobre ele vou chorar
Toda lágrima será pra você, minha vida, meu desejo.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Minha Utopia

Hoje a lua está solitária,
Em um céu sem estrelas,
As nuvens que passam levam poeiras,
Personagens imaginárias!

Hoje estou só nesta noite,
Sinto os ventos na janela, açoites,
Eu grito, mas ninguém me ouve,
Sou companheiro da lua mesmo que não aceite!

Estou sozinho aqui fora,
Vejo que a noite já foi embora,
O que me traz o dia?

Como amiga na noite tive a solidão,
Na luz do dia caminho entre a multidão,
Segue a vida, minha utopia!

domingo, 7 de novembro de 2010

Viver de Sonhos

Adeus foi tudo que ouvi,
Naquele momento me senti sozinho,
Distante do mundo perdido em meu caminho,
Buscando ali tudo aquilo que perdi.

Nesta busca ofegante,
Procurei esquecer o que me feria a alma,
Noite e dia tirando-me a calma,
Era um barco em naufrágio sobre um mar bravejante.

De repente tudo parou,
Ali meu sonho se acabou,
Então conclui baixinho logo ao acordar.

Que viver de sonhos, é navegar contra o vento,
É buscar em nada algum sentimento,
Já que a realidade não avisa quando vai chegar!

Você

Você é a saudade na minha vida,
Os encantos dos momentos que vivi,
Tornastes dor no instante da partida,
E apagou-se a aurora, pois te perdi!

Ainda hoje me encontro sonhando,
Sentindo seus lábios, seu corpo junto ao meu!
Mas no peito um coração soluçando,
Pois este amor há muito se perdeu!

Às vezes em meus pensamentos,
Ouço seus passos ressoando ao vento,
Sinto então a minha alma soluçar!

E envolto pela saudade,
Imagino ainda ter felicidade,
E vivo na esperança de um dia lhe encontrar

Foi Assim

Hoje encontrei a saudade,
Que de passagem pela cidade,
Fez-me lembrar de você!
Subitamente eu totalmente inconseqüente,
Cabeça feita, alma de adolescente,
Amei-te mesmo sem querer!

Foi assim quando cruzamos um olhar,
O coração se pôs a disparar,
Foi assim, me prendi!
Foi sem querer, sem perceber,
Já estava a me perder,
Deixei aflorar o amor que senti!

Amor adolescente daqueles que a gente sente sem querer,
Apaixona-se sem perceber, sem se conter,
Foi assim que tudo começou!

E agora distante te vejo partir no horizonte,
Onde meus olhos se perdem é ofuscante,
Foi assim, que tudo acabou!

Coisa Pequena

A noite é fria, aqui fora a solidão é fera,
E eu não sei se ainda me espera,
Se ainda se lembra de todas as juras,
Que seria eterno,
Calor mesmo no inverno,
Não seria só uma aventura!

A gente não diria adeus,
Jamais esquecer o que viveu,
Promessas, promessas você me fez!
Eu acreditei, não hesitei e te amei,
Se você me amou, hoje não sei,
Talvez pura insensatez!

E agora o que fazer se arde em meu peito,
Eu sei não é direito, nada é perfeito,
Chorar não vale a pena!

Paga-se um preço por se apaixonar,
Paga-se em dobro por se entregar,
Paixão é mesmo coisa pequena!

Delírios

No meio da noite,
Ouço o sussurrar dos ventos,
Nas janelas, açoites...

Um grito ecoa na escuridão,
Aperta o peito, solidão,
Desejos explodem em paixão!

Oh pobre alma,
Que sofre e vaga,
Pede calma!

Delírios de um coração,
Sangra de emoção,
E pulsa sem parar!
Vive uma ilusão perdida,
Numa estrada sem saídas,
Procuras aonde chegar!

Nem tudo está perdido,
Nada foi esquecido,
Ainda há tempo para amar!
Após um dia sempre outro tem,
A vida segue neste vai e vem,
Há sempre um motivo para recomeçar!

Silêncio

Silêncio é tudo que ouço nesta noite fria,
Vento a balançar as cortinas, sussurros, sedução,
Silêncio é tudo que ouço nesta minha utopia,
Imaginando o toque suave de suas mãos!

E grito ao vento meu lamento,
Busco-te e te acho em pensamentos,
Tenho alento, sensação de amar,
Sinto teus lábios a me tocar!

Silêncio e tudo fica triste,
A fantasia já não existe,
Você não está aqui!

Silêncio e tudo se perde na estrada,
Dos sonhos, das palavras mal faladas,
Ficam as mágoas em saber que te perdi!

Sem Destino

Deixei meus passos na areia,
Por estradas que caminhei,
Com saudades Minh ‘alma vagueia,
Pelos destinos e sonhos que sonhei,

Sou viajante do tempo,
Sempre faço meu caminho, invento,
A minha estrada é sem destino,
Meus passos são de menino,

Sigo ao vento, deixo ele me levar,
Sigo as estrelas, deixo elas me guiar,
Nos mares tenho os remos, me deixe remar!

Não levo bússola, nenhum instrumento,
Meu destino é incerto, é deserto,
Saberei quando chegar!

Está Morrendo Um Coração

Está morrendo um coração,
De saudade e solidão,
Amou e viveu por alguém,
Que nunca teve amor por ninguém.

Está morrendo um coração,
Que escreve versos de paixão,
Bate no peito em descompasso,
Pois sem você eu não me acho.

Será que você não sente, não vê?
Que este amor é pra valer!
Vem me abraça, deixa eu te amar!

Não deixe morrer e partir sem razão,
Este amor é parte da nossa canção,
Sem você não há razão pra Sonhar.