Alma de poeta,
Sempre inquieta,
Prestes a versar,
Linhas contidas,
Com lágrimas sentidas,
Dê mim teu lenço para enxugá-las!
Ah! Se minha tu fosses,
Oh! Doce criatura,
Minha alma farta de amargura,
Acreditaria na sorte,
No vento rumo ao norte.
Ah! Se minha tu fosses,
Aceitaria as regras do destino,
Que faz um homem ser como um menino,
Amar sem nada pedir!
Por isto a minha alma de poeta,
Por natureza tão inquieta,
Te chama, chora e espera,
O momento certo para te abraçar,
Um amor eterno te entregar,
Pois é chagada a hora, devo partir!
Tal qual uma corsa,
A suspirar pelas águas,
Por ti suspiras também minha alma!
Que pede, implora por uma trégua,
Que passe a dor deste amor,
E arranque a angustia deste meu coração sofredor!
Meu hobby é escrever e se você pode compactuar com meus escritos, então seja bem-vindo.
Aqui vale sonhar, sentar e chorar mas, é bom saber que na vida nem tudo é sonhos, nem tudo é flores, os espinhos também estão por aí!
Eu sou eu mesmo em busca de mim, em busca do infinito!
Sou alguém que acredita que sonhar ainda é possível, mas com sabedoria bastante pra saber que os pés foram feitos para ficar no chão, sempre digo que o importante não é saber que da vida nada se leva, mas sim o que se pode deixar estando de passagem por ela. Sendo assim vamos procurar deixar coisas boas, só assim seremos lembrados quando partirmos e assim viver por mais algum tempo, não pra sempre, porque o pra sempre também se acaba. Assim eu levo a minha vida em meu diário de sonhos se quiser compartilhar destes sonhos, junte-se a nós em Som de Sonetos